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PRAGAS URBANAS

Manter a limpeza e higienização regular de uma propriedade, requer uma série de cuidados específicos dentro de cada ambiente. É preciso levar em consideração diversos fatores que possam interferir no controle e sua preservação, como a umidade nas paredes, a presença de lixo orgânico no local, mobilha de madeira antiga, entre outros.

Controle de Pragas Urbanas é um conjunto de atividades profissionais que tem como principal objetivo, proteger ambientes dos mais diferentes Tipos de Pragas e suas consequências. Para se prevenir de possíveis problemas com pragas e vetores, conheça um pouco mais sobre cada inseto e suas características, acessando o nosso material prático.

 

CONHEÇA MAIS SOBRE CADA UMA DAS ESPÉCIES QUE CONTROLAMOS:

FAQ - Perguntas e Respostas

Baratas

Pragas comuns e extremamente adaptáveis às condições dos espaços, representam um risco à saúde das pessoas devido à transmissão de microrganismos. Alimentos à disposição atraem as baratas, que chegam de forma silenciosa e logo se escondem em locais escuros e pouco movimentados.

Espécies comuns: barata francesinha, barata americana e barata oriental.

Escorpiões

Os escorpiões são animais peçonhentos que não transmitem doenças, mas ainda assim afetam a segurança das pessoas. Em acidentes domésticos, o veneno dessa praga age no organismo das vítimas e pode causar paradas cardíacas, complicações respiratórias e até óbito em casos graves em pessoas sensíveis como crianças abaixo dos 5 anos e idosos.
Espécies comuns: escorpião-amarelo, escorpião-amarelo-do-Nordeste, escorpião-marrom, escorpião-preto-da-Amazônia.

Pombos

Além de habitarem áreas abertas nas cidades, os pombos também podem migrar para o interior dos ambientes e fazer seus ninhos nos sótãos e forros dos telhados. Eles representam riscos à saúde pública com a transmissão de criptococose, salmonelose, histoplasmose e ornitose.
Espécie comum: pombo-doméstico.

Percevejos de Cama

Os percevejos de cama não transmitem doenças, mas são um incômodo para as pessoas quando surgem em meio aos colchões, almofadas e estofados. De hábitos noturnos, os percevejos atacam as vítimas durante o sono, deixando uma picada que causa coceira e vermelhidão, sendo facilmente confundida com a dos mosquitos.
Espécie comum: Cimex lectularius.

Pulgas

As pulgas são parasitas incômodos que se reproduzem com facilidade em ambientes onde vivem os animais de estimação. Elas se alimentam do sangue do seu hospedeiro, característica que favorece a transmissão de doenças perigosas. Além dos pets, elas são um perigo para os seres humanos pela disseminação de tifo murino.
Espécies comuns: pulga do cão, pulga do gato e pulga do homem.

Cupins

Silenciosos e discretos, os cupins não transmitem doenças, mas geram prejuízos estruturais por onde passam devido à sua alimentação baseada em celulose. Eles danificam estruturas e objetos de madeira, além de poder causar desabamento do teto.
Espécies comuns: cupim de madeira seca, cupim subterrâneo e cupim arborícola.

Traças

Embora não transmitam doenças, as traças podem causar inúmeros prejuízos aos ambientes. Elas danificam peças de roupa de origem animal, documentos antigos e livros históricos, sendo um perigo para acervos e museus. Se escondem em locais escuros e se proliferam com rapidez.
Espécies comuns: traça de papel e traça de roupa.

Bicho Geográfico

A infecção via bicho geográfico acontece por conta de larvas de parasitas encontradas nas fezes de cães e gatos. A transmissão normalmente acontece pelo contato com caixas de areia ou solo contaminado, causando uma inflamação e coceira na área atingida.

Moscas

As moscas são comuns em qualquer ambiente que possua resíduos orgânicos ou alimentos à disposição. Por serem vetores de microrganismos perigosos, elas podem transmitir gastroenterite, salmonelose e infecções parasitárias, como a miíase.

Espécies comuns: mosca doméstica, mosca-varejeira, mosca-das-frutas e mutuca de cavalo.

Ratos

São pragas ágeis e que se proliferam com rapidez quando encontram condições favoráveis. Os ratos transmitem leptospirose, hantavirose, salmonelose e peste bubônica, o que reforça a importância de um controle profissional eficaz para eliminação das colônias.
Espécies comuns: rato-preto, ratazana e camundongo.

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